{"id":6934,"date":"2019-12-17T00:01:18","date_gmt":"2019-12-17T03:01:18","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/site\/?p=6934"},"modified":"2019-12-18T01:27:25","modified_gmt":"2019-12-18T04:27:25","slug":"artigo-informacao-web-2-0-desastre","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/anu.ufsj.edu.br\/site\/jornalismoufsj\/artigo-informacao-web-2-0-desastre\/","title":{"rendered":"ARTIGO: Informa\u00e7\u00e3o + Web 2.0 = Desastre"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/o-YhMmgJOshBrFi-LKVUrN96DOzJWnQkSf_OdxUJGFA5u6T2AATbbshayaRg4pbIW9phdfMa3L8ZYk4SO4sE-cleEQ_4XZaKaVJm5_D1MSfvGVQ5RxMYsyluwuniPJ4GMwcSlhRpJ6iEncNh\" alt=\"\" width=\"410\" height=\"287\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O s\u00e9culo XX \u00e9 conhecido como &#8220;era da informa\u00e7\u00e3o&#8221; e nada mais justo. Os anos entre 1901 e 2000 foram marcados pela forte influ\u00eancia do jornalismo. Foi neste per\u00edodo que o impresso viveu o \u00e1pice de sua popularidade, interrompida no in\u00edcio da d\u00e9cada de 20. Ent\u00e3o, o r\u00e1dio chegou e roubou as aten\u00e7\u00f5es do jornalismo, at\u00e9 ent\u00e3o conhecido como \u201ctradicional\u201d. Mais tarde, nesse s\u00e9culo surgiria uma outra rival, ainda mais forte do que o r\u00e1dio: a televis\u00e3o, que tinha a vantagem de juntar imagem e \u00e1udio. <br \/><br \/>Mesmo com todas as evolu\u00e7\u00f5es, a produ\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica continuava, de certa forma, limitada, fosse pelo espa\u00e7o onde era disseminada, pela dificuldade de dissemina\u00e7\u00e3o daquele material ou pela grande demanda de ferramentas, equipamentos e, consequentemente, or\u00e7amento. Mas isso mudaria.<br \/><br \/>Uma nova tecnologia surgiria. Uma esp\u00e9cie de rede invis\u00edvel, ligando, n\u00e3o s\u00f3 os grandes e barulhentos computadores, mas tamb\u00e9m as pessoas por tr\u00e1s das telas e desktops de uma forma nunca vista. Essa rede seria conhecida como Internet e revolucionaria muitas \u00e1reas sociais, inclusive a da comunica\u00e7\u00e3o.<br \/><br \/>Em um primeiro momento, essa nova tecnologia estava &#8211; assim como os primitivos sites que existiam na \u00e9poca &#8211; \u201cem constru\u00e7\u00e3o\u201d, era algo como uma promessa do que viria a se tornar. Sua base estava em sites informativos e de institui\u00e7\u00f5es e empresas, mas seu real significado veio a partir das mudan\u00e7as que sofreu para atender a demanda do p\u00fablico, como o e-mail e os prim\u00f3rdios de sistemas de busca, em termos t\u00e9cnicos, essa era a Web 1.0.<br \/><br \/>Da\u00ed para frente, v\u00e1rias mudan\u00e7as aconteceram. Atualmente estamos no que se conhece por Web 3.0 o que, basicamente, significa muito mais informa\u00e7\u00e3o, muito mais organizada, acompanhando as novas possibilidades que v\u00eam com <em>smarthphones<\/em>, tablets, <em>SmartTV\u2019s<\/em>, <em>tablets<\/em>, carros e videogames. Ela traz consigo a mudan\u00e7a mais relevante a este artigo, a heran\u00e7a que a Web 2.0 lhe forneceu: a interatividade.&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m conhecida como \u201cweb participativa\u201d, a Web 2.0 \u00e9 um marco tanto para a internet quanto para as rela\u00e7\u00f5es sociais e a comunica\u00e7\u00e3o. As m\u00eddias sociais ou, como s\u00e3o mais conhecidas, redes sociais como <em>YouTube<\/em>, <em>Orkut<\/em>, <em>Facebook<\/em>, <em>Flick<\/em>, <em>Picassa<\/em>, <em>Wikip\u00e9dia<\/em>, e outras, permitiram que todos os usu\u00e1rios da rede &#8211; que nesse momento j\u00e1 era um fen\u00f4meno global &#8211; tivessem voz ativa, uma voz que poderia ser ouvida por qualquer um, em qualquer lugar. Todos eram criadores de conte\u00fado, havia espa\u00e7o mais do que suficiente para isso.<br \/><br \/>No que se refere ao jornalismo, v\u00e1rios fatores influenciaram a mudan\u00e7a de jornais ou revistas do produto f\u00edsico para p\u00e1ginas virtuais: era onde o p\u00fablico estava e, portanto, conseguia alcan\u00e7ar muito mais gente; n\u00e3o havia limite de espa\u00e7o, consequentemente as mat\u00e9rias poderiam ser colocadas na \u00edntegra; permitia a incrementa\u00e7\u00e3o de recursos como hiperlinks, respostas r\u00e1pidas dos usu\u00e1rios, multimidialidade, personaliza\u00e7\u00e3o e outros. Estar onde o p\u00fablico estava para potencializar o n\u00famero de <em>views, <\/em>curtidas e compartilhamentos terminou acarretando a ocupa\u00e7\u00e3o das m\u00eddias sociais pelos ve\u00edculos jornal\u00edsticos.<br \/><br \/>\u00c9 claro, nem tudo eram rosas. Em v\u00e1rios sentidos, as novas possibilidades da Web 2.0 mudaram o paradigma comunicacional para algo nunca visto. Em um desses sentidos os jornalistas se viram dividindo a fun\u00e7\u00e3o de informar com seus leitores, que agora podiam produzir e compartilhar conte\u00fado \u00e0 vontade. Os usu\u00e1rios passam a contribuir expressivamente em v\u00e1rios pontos do tr\u00e1fego de informa\u00e7\u00f5es: produzindo e consumindo absurdamente r\u00e1pido, um exemplo seriam as aclamadas e desejadas <em>viraliza\u00e7\u00f5es<\/em>, possibilitadas pelas redes sociais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Por que preciso saber disso?<\/strong><br \/><br \/>Quando algo \u00e9 publicado em uma rede social tem a capacidade de atingir de milhares pessoas em poucos minutos. A comunica\u00e7\u00e3o virtual permitiu que um maior e mais r\u00e1pido fluxo de informa\u00e7\u00e3o atingisse o globo, \u00e9 verdade, mas isso terminou contribuindo para um preocupante decl\u00ednio dos valores qualitativos informacionais. Quando qualquer um pode postar o que quiser sobre o que quiser, as m\u00eddias sociais terminam ficando cheias de informa\u00e7\u00f5es mentirosas, incompletas ou infundadas, popularmente conhecidas como <em>fake news<\/em>.<br \/>Elas sempre existiram, ainda que nem sempre tenham sido chamadas assim, mas o pico de sua \u201cpopularidade\u201d veio em 2016, em um per\u00edodo que viria a ser conhecido como &#8220;Era das <em>fake news<\/em>&#8220;. Esse momento aconteceu durante a campanha eleitoral de Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos da Am\u00e9rica.&nbsp;<br \/><br \/>O caminho que levou Trump ao posto da Casa Branca foi marcado por uma s\u00e9rie de esc\u00e2ndalos. Entre eles,&nbsp; o papel da empresa brit\u00e2nica <em>Crambridge Analytics<\/em> no processo de quebra de privacidade que terminou na exposi\u00e7\u00e3o e difama\u00e7\u00e3o de e-mails de chefes de campanha de Hillary Clynton. O esc\u00e2ndalo ficou conhecido como &#8220;<em>pizzagate<\/em>&#8220;.&nbsp;Isso porque est\u00e1 relacionado a repeti\u00e7\u00e3o de palavras como \u201cpizza\u201d e \u201ccheese\u201d nas mensagens.&nbsp;<br \/><br \/>A investiga\u00e7\u00e3o que seguiu revelou que&nbsp; pizza + cheese era um c\u00f3digo para <em>child pornography<\/em>. O resultado: not\u00edcias inver\u00eddicas, memes e p\u00e1ginas associando a imagem de Hillary \u00e0 pedofilia, al\u00e9m da cria\u00e7\u00e3o de slogans como: &#8220;protejam nossas crian\u00e7as\u201d e &#8220;querem roubar a inoc\u00eancia de nossos filhos\u201d. <strong> <\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/6X-JOF9yYBYrZkJB4ho3Q0-cHFUy10qL675oD96pK2D1drgF6FsnCoCSFq1iLNbCnD2CxfoBQ_geHGvEaXSh15JoSBLluOILuCYII57ayXH3AYOl6Dk5ftPN1Bfh3aeZ_tgKz7HhPsmTqJOl\" alt=\"Uma imagem contendo homem, pessoa, atletismo, texto\n\nDescri\u00e7\u00e3o gerada automaticamente\"\/><figcaption> Um dos memes durante a corrida presidencial americana<br \/><strong>Fonte: <\/strong>V\u00eddeo &#8211; \u201cMEGA-MEMES E OS PODESTA EMAILS: PIZZAGATE \u00c9 REAL\u201d. Produzido por McAllister TVP para o site BitChut.<br \/>Publicada em 21 de maio de 2018 <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Isso talvez possa parecer um pouco distante. Os Estados Unidos est\u00e3o longe e a internet \u00e9 conhecida pela maioria por seu lado pr\u00e1tico, as teorias por tr\u00e1s dela n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o interessantes. Esse fen\u00f4meno ocorre com v\u00e1rios campos, o que tamb\u00e9m se aplica ao jornalismo. Quando qualquer um pode escrever e publicar \u00e0 vontade, sem ter estudado o m\u00ednimo sobre o assunto ou sobre a pr\u00e1tica jornal\u00edstica ou ambos, ent\u00e3o o resultado n\u00e3o pode ser bom, em nenhum sentido e a\u00ed reside o perigo.<br \/><br \/>No Brasil, a internet foi regulamentada na d\u00e9cada de 90, a partir da\u00ed houve um deslocamento de todo tipo de conte\u00fado para o mundo digital e em 2018 isso estava muito vis\u00edvel. Foi durante este ano que toda a rede informal de comunica\u00e7\u00e3o (l\u00ea-se redes sociais) contribuiu para o resultado de uma elei\u00e7\u00e3o presidencial que ficou conhecida como \u201celei\u00e7\u00e3o das<em> fake news\u201d.<\/em><br \/><br \/>Um exemplo mais concreto foi o esc\u00e2ndalo denunciado pela Folha de S. Paulo no qual empresas pagariam usu\u00e1rios do famoso aplicativo <em>WhatsApp<\/em> para realizarem uma campanha contra o PT. O ocorrido terminou no banimento de centenas de milhares de usu\u00e1rios do &#8220;<em>zap zap\u201d, <\/em>em uma tentativa de conter as irregularidades na elei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" width=\"632\" height=\"603\" src=\"https:\/\/jornalismo.ufsj.edu.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img_6866-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6948\" srcset=\"http:\/\/anu.ufsj.edu.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img_6866-1.jpg 632w, http:\/\/anu.ufsj.edu.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/img_6866-1-300x286.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 632px) 100vw, 632px\" \/><figcaption>Manchete 18 de outubro de 2018: Empresas banca disparo de mensagens contra o PT nas redes sociais &#8211; Folha de S\u00e3o Paulo <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>At\u00e9 mesmo os memes foram usados como fonte de informa\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica. Memes com informa\u00e7\u00f5es falsas, como o que dizia que Amelinha Teles, uma v\u00edtima da Ditadura.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/_hiYvnSRJEBDzaI5NTQCtNGq9u90FGW9EqiagWxz-aHQlDPMAKzDBPTfGmvVZtif76VhC0pXhuScRSLyq0v_zb_CSZhO-GJE6uMqnIEypFedVqygd9VeLeEMLhy2pfxFrmjIR9GOIWZb_peG\" alt=\"\" width=\"412\" height=\"732\"\/><figcaption> Meme baseado em mentiras acusa Am\u00e9lia Teles de assassinato militare para desacreditar PT.<br \/><strong>Fonte: <\/strong>aosfatos.gov <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Ok, mas sou realmente afetado (a) por isso?<\/strong><br \/><br \/>Vamos recapitular. At\u00e9 aqui conclu\u00edmos que a internet evoluiu desde que foi inventada. Hoje qualquer um, em qualquer lugar, pode postar e acessar o que quiser, esteja onde estiver, e isso tem poder, t\u00eam riscos e t\u00eam consequ\u00eancias. Os conte\u00fados e informa\u00e7\u00f5es disponibilizados na internet afetam pessoas e pessoas mudam o mundo seja para o bem ou para o mal. At\u00e9 aqui tudo bem. <br \/><br \/>Demos exemplos amplos do Brasil e do mundo, sobre como conte\u00fados disponibilizados na internet mudaram elei\u00e7\u00f5es presidenciais e, portanto, o curso de todo um pa\u00eds, mas n\u00e3o conectamos a ningu\u00e9m realmente e por isso pode continuar um pouco distante, mas planejamos aproximar um pouco mais. Entrevistamos 7 pessoas de idades, condi\u00e7\u00f5es socioecon\u00f4micas e educacionais diferentes, com uma coisa em comum: todas t\u00eam o costume de acessar redes sociais entre 10h e 12h por dia.<br \/><\/p>\n\n\n\n<p><br \/>Nosso foco \u00e9 chegar a uma conclus\u00e3o sobre o uso dessas redes, se a usam para saber o que acontece no mundo ao seu redor, seja por propagandas de ve\u00edculos jornal\u00edsticos virtuais com alta credibilidade ou mesmo post de amigos e se j\u00e1 fez algo a respeito de alguma informa\u00e7\u00e3o que recebeu, seja duvidar ou ser influenciado por elas.<br \/><br \/>Todas elas receberam e responderam \u00e0s mesmas perguntas, entre elas:<\/p>\n\n\n\n<ul><li><strong>1\u00aa)<\/strong> Quanto tempo voc\u00ea costuma passar conectado a internet? E em redes sociais?<\/li><li><strong>2\u00aa)<\/strong> Em geral, qual \u00e9 a principal funcionalidade de m\u00eddias sociais para voc\u00ea?<\/li><li><strong>3\u00aa)<\/strong> Voc\u00ea j\u00e1 usou o <em>Facebook<\/em> ou outras redes sociais para se informar? Se sim, cite exemplos de informa\u00e7\u00f5es relevantes que voc\u00ea adquiriu?<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Algumas pessoas s\u00e3o exce\u00e7\u00f5es ao que cada vez mais se parece com uma regra. Para elas as redes sociais s\u00e3o apenas uma ferramenta para socializar e descontrair. Elas possuem a tend\u00eancia de n\u00e3o dar muita aten\u00e7\u00e3o ao que aparece e, quando questionadas, afirmaram n\u00e3o serem cr\u00edticas em rela\u00e7\u00e3o ao que lhes era ofertado em suas <em>timelines, <\/em>ainda que, quando levadas a repensar o tema, tenham percebido que quando viam algo duvidoso tomavam uma atitude, ainda que fosse simplesmente passar reto. Dos entrevistados, duas pessoas mostraram essa linha de pensamento Rosimeire Concei\u00e7\u00e3o Silva Santos, auxiliar de servi\u00e7os gerais e estudante do 2\u00ba ano do ensino m\u00e9dio, de 45 anos e Monalisa de Aguiar Bento, estudante do ensino 2\u00ba ano do ensino m\u00e9dio e estagi\u00e1ria, de 17 anos.<br \/><br \/>Os outros cinco entrevistados j\u00e1 s\u00e3o um pouco mais ativos. Todos eles alegaram utilizar redes sociais &#8211; e a que se destacou foi o Facebook &#8211; para, dentre outras coisas, saber o que est\u00e1 acontecendo no mundo, no Brasil e na pol\u00edtica. Um exemplo \u00e9 a enfermeira Merces Z. de 52 anos, \u201cA gente se informa l\u00e1, porque tem sempre algu\u00e9m compartilhando alguma coisa de pol\u00edtico \u00e9 as que mais vejo\u201d. Dito e feito, quando questionada ela afirmou acreditar em algumas <em>fake neus <\/em>publicadas durante o per\u00edodo eleitoral como \u201cJean Wyllys vai criar lei para obrigar casamento gay em igrejas\u201d em suas palavras \u201cDa camisa [em refer\u00eancia imagem onde Manuela D\u2019\u00c1vila aparecia com uma camiseta estampada com a frase \u201cJesus \u00e9 Travesti\u201d] tudo bem ser fake news, agora do casamento isso j\u00e1 tava escrito, Deus deu um livramento para popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/lh3.googleusercontent.com\/kafk_htF-Nv6dGKT1k8D-aEDoD9ylWamGGTiCFTpJxignwaV4DWWczAanohyVUiDCzNehqrYNnM3I33pttLtGK1dkI7c5ykNhWzceqaIZipYRIcEeMnsopmNisHxWjrIPoXfTmYJXw70im0K\" alt=\"\"\/><figcaption> Contraste entre a fake news divulgada e os fatos reais sobre o caso \u201cJean Wyllys vai criar lei para obrigar casamento gay em igrejas\u201d. <strong>Fonte do <\/strong><em><strong>print: <\/strong><\/em>Reportagem \u201cVeja 10 fake news criadas contra a comunidade LGBTQ\u201d, escrita por Jo\u00e3o Ker para a<em> <\/em>Revista H\u00edbrida.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/lh6.googleusercontent.com\/T22cxLrsUWWBuztJH30HXB4OLnRoBgnSeEKT5HVbynjPiQhe7b-fa-xMIcTjNjxTB1_VvG9S7PugnnIV2N2ccfsLdDZBDIK299Y4vlxqEt1ukB_5jDyjEMrMCh_ZIAOI2Xp7mxr_dMCoMQfJ\" alt=\"\" width=\"245\" height=\"173\"\/><figcaption>Manuela D&#8217;\u00c1vila usou camiseta com estampa &#8220;rebele-se!&#8221; (Verdade).<br \/><strong> Fonte:<\/strong> Twitter pessoal de Manuela D&#8217;\u00c1vila. Publicado em 28 jun 2019.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/lh4.googleusercontent.com\/EzaDZIE5HeujYqTCUoX1FX54YtNLBkuuVSj5AhJp-CANHRnkTOw8fc735slHh72r_z574d-PHRieuOqe2QJUIkPVWshMmnNcJuNIWWrupKikziuUB56k0pH8s6-D97jBCPvIEa5Oue2b_e98\" alt=\"\" width=\"244\" height=\"173\"\/><figcaption> Manuela D&#8217;\u00c1vila usou camiseta &#8220;Jesus \u00e9 Travesti&#8221; (Fake News).<br \/> <strong>Fonte:<\/strong> Reportagem &#8220;Lupa: \u00e9 falsa foto de Manuela D&#8217;\u00c1vila com Camiseta &#8216;Jesus \u00e9 travesty'&#8221;, escrita por Cristina Tard\u00e1guila. <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Outros entrevistados, como Elma Guerra, corretora de im\u00f3veis de 43 anos que mora em Ubatuba e Luiz Carlos Fagundes, vigilante de 49 anos que vive em S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei, afirmaram estar sempre em busca de not\u00edcias sobre pol\u00edtica, ainda que ambos estejam em lados opostos da moeda \u201celei\u00e7\u00f5es 2018\u201d.<br \/><br \/>E, claro, n\u00e3o podemos esquecer dos perfis de jornalistas e ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o que est\u00e3o sempre publicando not\u00edcias onde elas ir\u00e3o chamar mais aten\u00e7\u00e3o. Isabela Cristina Martins de Castro, jornalista de 25 anos, afirma seguir perfis de ve\u00edculos como: \u201cFolha\u201d, \u201cO Globo\u201d, \u201cExame\u201d, \u201cEl Pais\u201d, \u201cUol\u201d, \u201cBBC\u201d e outros. Assim como ela, Maria Clara Ueda dos Santos, Escritur\u00e1ria de 43 anos e, j\u00e1 mencionado antes, Luiz Carlos tamb\u00e9m se apoiam em perfis noticiosos.<br \/><br \/>Essas sete pessoas t\u00eam tend\u00eancias pol\u00edticas diferentes, idades diferentes, curr\u00edculos diferentes e usam as redes sociais de forma diferente, \u00e9 verdade.<br \/><br \/>Voc\u00ea, nosso leitor, pode pensar como Rosimeire e Monaliza e n\u00e3o ver o \u201c<em>Face<\/em>\u201d, o \u201c<em>Insta<\/em>\u201d ou qualquer outra rede social, como um poss\u00edvel meio noticioso, mas querendo ou n\u00e3o, se voc\u00ea tem um apenas um amigo que pensa diferente de voc\u00ea, ent\u00e3o enquanto navega em sua <em>timeline <\/em>vai ver ao menos um post noticioso, dar ou n\u00e3o aten\u00e7\u00e3o a ele vai de voc\u00ea. Mas aqui vai uma coisa para se pensar: seu subconsciente est\u00e1 sempre ativo, guardando tudo que voc\u00ea v\u00ea, deixando aquele conte\u00fado dispon\u00edvel para seus pensamentos.<br \/><br \/>Agora, se voc\u00ea \u00e9 como os outros cinco e gosta de procurar perfis de ve\u00edculos noticiosos ou de prestar aten\u00e7\u00e3o nos <em>posts <\/em>noticiosos de seus amigos, ent\u00e3o voc\u00ea est\u00e1, com toda certeza, sendo afetado por aquilo, para bem ou para mal. Essas pessoas n\u00e3o tinham nada em comum, al\u00e9m de serem pessoas \u201ccomuns\u201d, com vidas \u201cnormais\u201d, e ainda assim compartilham um aspecto de sua vida: s\u00e3o influenciadas pelo que h\u00e1 dispon\u00edvel em suas redes sociais. Se elas o s\u00e3o, por que voc\u00ea n\u00e3o poderia ser? Tamb\u00e9m \u00e9 uma pessoa \u201ccomum\u201d, n\u00e3o \u00e9? Por que um deslize de senso cr\u00edtico n\u00e3o pode te fazer ter uma opini\u00e3o errada sobre algo e por que isso n\u00e3o poderia gerar um efeito domin\u00f3?<br \/><br \/>Afinal as elei\u00e7\u00f5es de 2018 foram altamente influenciadas por \u201cnot\u00edcias\u201d lan\u00e7adas em redes sociais, na qual pessoas como voc\u00ea quiseram acreditar. <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Texto: <\/strong>Brenda Guerra e Maiza Santos<br \/><strong>Supervis\u00e3o:<\/strong> Profa. Alessandra de Falco<br \/><br \/><strong>Arte de destaque:<\/strong> \u00cdcaro Chaves <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O texto \u00e9 assinado por Brenda Guerra e Maiza Santos e foi feito durante a disciplina de Comunica\u00e7\u00e3o Digital e Webjornalismo, da Profa. 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